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Na manhã do dia primeiro de outubro de 2016, Dia de Santa Terezinha do Menino Jesus e, inicio do mês das missões e do rosário, realizou-se a Dedicação do Altar da Capela da Casa Provincial das Irmãs Franciscanas de Dillingen do Rio de Janeiro.

Neste Ano Jubilar de 775 anos da Congregação, a Irmã Coordenadora Provincial, Sueli Rubens Sendra e seu Conselho, refletiram sobre a possibilidade de reformar a Capela, lugar de Encontro, Retiros, Aprofundamento da Espiritualidade, Centro da Vida Religiosa das Irmãs, como presente do Jubileu para a Província. A reforma começou em meados de julho de 2016 e, neste dia 1º de outubro, procedeu-se a dedicação do seu Altar.

 

 Dom Tarcísio Nascentes dos Santos presidiu a Celebração e foi muito feliz em introduzir na homilia a explicação do Ritual de Dedicação do Altar, baseando-se no Direito Canônico. Como reza o Direito Canônico, “Os antigos Padres da Igreja, meditando a Palavra de Deus, não hesitaram em afirmar ser Cristo a vítima, o sacerdote e o Altar de seu sacrifício”. (...) “Se Cristo, Cabeça e Mestre, é o verdadeiro altar, seus membros e discípulos são também altares espirituais, em que se oferece a Deus o sacrifício de uma vida santa”. “Segundo outra imagem célebre entre os escritores da Igreja, os fiéis que se entregam à oração, oferecem preces a Deus e imolam vítimas de súplicas, são pedras vivas com que o Senhor Jesus constrói o altar da Igreja”.

 

“O Cristo Senhor, ao instituir sob a forma de um banquete sacrifical o memorial do sacrifício que na ara da cruz iria oferecer ao Pai, santificou a mesa, em torno da qual os fiéis se reuniram, a fim de celebrar a sua Páscoa. Assim, pois, o altar é a mesa do sacrifício e do banquete, em que o sacerdote, representando o Cristo Senhor, realiza aquilo mesmo que o Senhor fez e entregou aos discípulos para que o fizessem em sua memória, o que o Apóstolo indica claramente, ao dizer: ‘O cálice de bênção que benzemos, não é ele a comunhão do sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é ele a comunhão com o corpo de Cristo? Já que há um só pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, visto que todos participamos desse único pão’”.

(...) “Pelo fato de o memorial do Senhor se celebrar no altar e ali se entregar aos fiéis seu Corpo e Sangue, os escritores da Igreja foram levados a vê-lo como sinal do próprio Cristo; e daí tornar-se comum a afirmação: ‘O Altar é Cristo’”.

 

“Toda a dignidade do altar está em ser ele a mesa do Senhor. Não são os corpos dos Mártires que honram o altar, mas muito ao contrário: é o altar que nobiliza o sepulcro dos Mártires. Com o fim de honrar os corpos dos Mártires e dos outros Santos, bem como para significar que o sacrifício da Cabeça se perpetua no sacrifício dos membros, convém erigir os altares sobre os sepulcros destes ou colocar sob o altar suas relíquias, de tal modo que ‘venham logo as vítimas triunfantes ao lugar em que a vítima é Cristo. Mas, sobre o altar aquele que morreu por todos; sob o altar, os resgatados pela paixão de Cristo’. Essa disposição como que repete a visão espiritual do Apóstolo João no Apocalipse; ‘Vi debaixo do altar as almas dos que haviam sido mortos por causa da palavra de Deus e do testemunho prestado’. Na verdade, todos os Santos podem, com justiça, ser chamados testemunhas de Cristo. Contudo, o testemunho dado pelo sangue possui força espiritual, que somente as relíquias de mártires colocadas sob o altar expressam em toda a sua integridade”.

 

Muito significativo foi este ritual! As irmãs da Fraternidade Santo Antônio estavam presentes, bem como o construtor João Turetta e sua esposa. Irmã Sueli agradeceu no final da celebração as irmãs que colaboraram e incentivaram, em especial Irmã Nicácia Della Justina que acompanhou mais de perto o desenvolvimento da obra. Agradeceu também ao Sr. João que desde o início se mostrou solícito e alegre em reformar esta Capela, percebendo a importância dela na vida das Irmãs da Fraternidade, da Província e do Colégio Santo Antônio. Muitas vezes, com lágrimas nos olhos, ele se emocionou com cada explicação que recebia sobre o valor espiritual para nossa vida.

 

E, de modo muito particular, Irmã Sueli agradeceu a Dom Tarcísio que fez questão de vir antes da festa de São Francisco para que esta estivesse com seu Altar ungido, sagrado e dedicado para os festejos deste Santo que tanto valorizou o Altar do Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

(Colaboração de Irmã Sueli Rubens Sendra)


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