A Santa Mãe de Jesus é venerada e festejada desde o século XVI, com o título de Nossa Senhora Auxiliadora. Assim ela foi chamada durante as guerras entre muçulmanos e cristãos, que pediam a proteção da Senhora para sobreviver aos terríveis ataques dos pagãos.
Mas a data que se comemora hoje está ligada à dominação do conquistador Napoleão e à sobrevivência do Papa Pio VII, cuja vida esteve nas mãos do poderoso e sangrento tirano.
Vivia-se o século XIX e Napoleão Bonaparte espalhava o terror pelo mundo, conquistando tudo por onde passava. Invadiu Roma, prendeu o papa e o jogou numa prisão imunda na França.
Ali, durante cinco anos Pio VII passou por terríveis sofrimentos. Só ao fim desse tempo o prestígio político de Napoleão começou a evaporar-se, as pressões do mundo inteiro deram resultado e o pontífice foi libertado.
Em 24 de maio de 1814 o papa entrou solenemente em Roma, aclamado pela população. Recuperou a sede romana e voltou a exercer suas funções, atribuindo esta retomada e a própria sobrevivência à Mãe.
Dessa forma, instituiu a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, a partir de 1816.
A devoção foi trazida ao Brasil pelos padres da congregação salesiana, cujo fundador, São João Bosco, escolheu Nossa Senhora Auxiliadora como padroeira de sua comunidade em memória das grandes lutas que teve que enfrentar nos inícios de sua obra.
A igreja Majestosamente construída na Cidade de Assis, em honra do Pai São Francisco, cuja primeira pedra fora lançada pelo Papa Gregório IX EM 1228, no dia seguinte ao da canonização do Santo, foi solenemente consagrada por Inocêncio IV, em 25 de maio de 1253. Para essa Igreja já Gregório IX EM 1230, também a 25 de maio, havia trasladado solenemente os restos mortais do Seráfico Patriarca, retirando-os da Capela São Jorge. Bento XIV, em 25 de março de 1754, elevou-a a dignidade de Basílica Patriarcal e Capela Papal.
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