Continuação do texto da Campanha da Fraternidade 2020

 

 Redescobrir os lugares onde não há presença de uma comunidade eclesial missionária e ali ser presença de vida; ´ Ir além das tradicionais reuniões que acontecem, criando outros espaços e momentos que favoreçam a partilha da vida e da experiência de fé entre os membros da comunidade; ´ Superar a lentidão que subordina a ação missionária à existência de espaços físicos e construções, sendo criativos, valorizando as casas das famílias, espaços físicos cedidos, alugados e outros espaços; ´ Valorizar o protagonismo dos leigos e leigas com a criação e fortalecimento dos diversos serviços e ministérios, bem como dos conselhos de pastoral e de administração nas comunidades; ´ Oferecer atendimento, escuta, aconselhamento e assessoria (jurídica, psicológica e social) e atividades evangelizadoras em dias, horários e locais acessíveis às pessoas; Envolver: a vida é um intercâmbio de ternura e cuidado! a. Estabelecer parcerias com a comunidade escolar local tendo em vista a formação para convivência a partir do resgate dos valores humanos; b. Acompanhar as famílias, com uma especial atenção as várias expressões de juventudes; c. Promover rodas de conversa sobre temas diretamente ligados à realidade local; Acompanhar: processos fundamentados no Evangelho.

a.Promover iniciativas na perspectiva da iniciação à vida cristã, centrada na Palavra de Deus, que visem a encontros vivenciais que despertem o seguimento e o discipulado;

b.Redescobrir a importância da liturgia como momento forte em que se experimenta o cuidado de Deus por nós;

c.Celebrarmissionariamente, com as famílias enlutadas, a dor que brota da morte de entes queridos;

d.Promover a valorização das celebrações da Palavra de Deus com a formação dos ministros da Palavra no horizonte do Documento 108 da CNBB;

Frutificar: não perder a paz por causa do joio. É Deus quem tudo conduz!

a.No âmbito da pessoa: fazer um sério exame de consciência tendo em vista o pecado da omissão;

b.No âmbito da comunidade: torná-las verdadeiramente “casa da acolhida”, “casa da amizade”, “casa do fraterno cuidado”, firmando o projeto de chegar ao Domingo da Páscoa do Senhor com novas comunidades formadas;

c. No âmbito da sociedade: redescobrir a esperança como força agregadora de sentido à vida. Dessa forma, que os leigos e leigas não se isentem da participação social e política, sendo canais de diálogo em tempos de radicalizações.

Festejar: vida – dom a ser anunciado e compromisso a ser realizado.

 

Fonte: Texto retirado dos slides da Diocese de Guaxupe/MG

 

 


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