Continuação do texto da Campanha da Fraternidade 2020 

 

“Não basta aproximar de qualquer modo. É preciso descer da montaria e oferecê-la a
quem está caído a beira do caminho e precisa ser conduzido à hospedaria” (TB N 164)Um novo aprendizado ... (TB 165) Agir como o bom samaritano supõe um novo aprendizado: Empregar nossos melhores recursos, humanos, materiais e espirituais, para que aqueles que estão desfigurados pela dor possam reencontrar, com o auxílio da fraternidade, a dignidade da vida: “Cuida dele, e o que gastares a mais, eu o pagarei quando eu voltar.” (Lc 10,35) Com a Campanha da fraternidade, somos convidados a proclamar em todo país que a
vida, Dom e Compromisso, é essencialmente samaritana! Convertidos pela Palavra de vida e salvação, somos convocados a testemunhar e estimular a solidariedade; fortalecer a revolução do cuidado, da ternura e da fraternidade como testemunho de vida dos discípulos missionários, daquele que oferece vida em plenitude. A missão evangelizadora brota de um coração capaz de cuidar e de ser cuidado. Tudo o que é ofertado, tudo o que é compartilhado se transforma. É preciso ter coragem para ofertar a própria vida e dedicar tempo aos apelos do Evangelho.
Quais foram nossas últimas iniciativas concretas em favor da vida e da dignidade dealguém? O que nos motiva a servir àqueles a quem chamamos de irmãos?
Redescobrindo as águas do nosso Batismo, as águas da bacia do lava-pés e, com elas, os gestos que tocam a vida da Igreja, precisamos colocar em atitudes a beleza de uma Igreja em saída. Para isso, é preciso ousadia e criatividade; dedicação e compromisso, a fim de que a vida seja valorizada em todas as suas formas e expressões.
“Uma Igreja em saída missionária é uma Igreja que não perde tempo a lamentar-se pelas coisas que não funcionam, pelos fiéis que diminuem, pelos valores de outrora que já não existem. Uma Igreja que não procura oásis protegidos para estar tranquila; deseja apenas ser sal da terra e fermento para o mundo. Sabe que esta é a sua força, a mesma de Jesus: não a relevância social ou institucional, mas o amor humilde e gratuito”, (Papa
Francisco).

Fonte: Texto retirado dos slides da Diocese de Guaxupe/MG


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