Nascer não foi nada fácil para Germano. Conta a tradição que sua mãe tentou abortá-lo e, não o conseguindo, mais tarde ainda tentou matá-lo. Como também não conseguisse, abandonou-o de vez.
Viver não foi diferente. Chegou a ser preso por seu próprio bispo. Venceu tudo isso e entrou para a história como um dos grandes bispos do cristianismo.
Germano veio ao mundo em Autun, França, no século V. Mesmo depois de tentar abortar o filho e não o conseguir, sua mãe (em algumas versões da história, sua avó) colocou vinho em dois copos, pôs veneno num deles e mandou que a empregada servisse este ao garoto e o outro a um amigo seu. Sem querer a empregada trocou os copos e o amigo acabou morrendo em seu lugar. Abandonado, foi criado pelo primo Scapilião, que lhe ensinou a doutrina.
Decorridos quinze anos, Germano era nomeado abade do mosteiro de São Sinforiano, em Lazy. Acabou caluniado por invejosos e o bispo de Autun o condenou à prisão, acreditando nas mentiras.
Chegando ao cárcere, os soldados fechavam as portas de sua cela, mas elas teimavam em permanecer abertas. Mesmo assim Germano ficou preso por livre e espontânea vontade, até que o próprio bispo viesse lhe pedir desculpas, reconhecendo sua inocência e absolvendo-o.
A partir dali, contam as lendas que muitos milagres aconteceram por meio do santo. Por exemplo, ele teria apagado um grande incêndio que ameaçava consumir todo o mosteiro com algumas poucas gotinhas de água benta.
Germano tornou-se conhecidíssimo na França e logo foi convidado a ocupar o bispado de Paris. Na época, o rei Childeberto ficou gravemente enfermo, curou-se com as orações do bispo e, como agradecimento, mandou construir uma grande igreja, próxima a um grande convento. Teria nascido ali o grandioso seminário de Paris.
Morreu quase octogenário, em 28 de maio de 576. Tão grande foi o prestígio de São Germano que os parisienses até hoje o têm como seu patrono.
Nasceu em Quito no Equador, em 1614. Muito jovem, órfã de pai e mãe, consagrou-se a Deus na virgindade, mas não podendo entrar em mosteiro, entregou-se totalmente à oração, jejuns e outros exercícios de piedade. Admitida na Ordem Franciscana Secular, de ânimo alegre e bondoso, dedicou-se a obras de caridade na ajuda e proteção dos Índios e Negros. Morreu no dia 24 de maio de 1644.
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