Um antigo documento de 354, a Depositio martyrum, recorda, entre outros santos, também o popular diácono da Igreja de Roma, sepultado em Roma a 10 de agosto.
Sua figura já no século IV aparece consagrada pela lenda. Aprisionado juntamente com o papa Sisto II, Lourenço não seria logo trucidado (porque os perseguidores esperavam arrancar-Ihe os bens da comunidade cristã), mas queimado vivo alguns dias depois, ao declarar que a única riqueza que possuía eram os pobres a ele confiados pela Igreja.
Sua festa era de preceito até o século passado, e os elementos da liturgia da vigília e do dia figuram nos mais antigos sacramentários.
O exemplo de Lourenço suscitou um batalhão de moços generosos a serviço da Igreja e dos pobres.
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Área Restrita
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